sábado, 9 de junho de 2018

"O Pequeno Trevo vai à escola"
 Obra de Carmenzita Ferreira.

A turma do 3º ano A descobriu este conto no "Mês Internacional das Bibliotecas Escolares" quando pesquisou autores locais.

O conto foi lido na biblioteca e trabalhado na sala de aula.

Agora, na videoteca do nosso centro escolar, é o momento de partilhar com os nossos colegas, esta linda história.
Todos temos, dentro de nós, um Dom que devemos partilhar com os outros.

Todos diferentes todos iguais!

São as nossas diferenças, que nos tornam especiais e a todos enriquecem.

Se quiser aceder ao Lápis afiado de Páscoa 2018, já pode fazê-lo.

Boa Leitura!

https://drive.google.com/file/d/112H0VYcYTzhSuG_Rb93cKooqKU07yWGE/view?usp=sharing 

A Banda Desenhada e o 3º ano B

Falámos de Banda Desenhada na sala de aula, aprendemos muito acerca da mesma.

Divertidas, mesmo, foram as nossas tentativas para criar as nossas pequenas histórias,

Na biblioteca escolar, com a ajuda do Storyboard That, obtivemos estes resultados.


 Afonso e João


 Erika Machado e Jessica
A recuperação do reino


 Bernardo e Duarte



 Carmo Raimundo e Margarida
  
O encontro Romântico

  Diogo e Martim
A Escola Medieval 
 Diogo e Martim


 Gabriela

 Lara e Salomé
Uma família na floresta

Lara e Érica 
A família junta para sempre
  Luana e Violeta




 A Menina e o Lobo

Pedro e André

Experimentem também. É muito giro!


CNL - A final é amanhã, dia 10 de junho



Vai ter lugar no próximo dia 10 de Junho, no Teatro-Cine de Pombal, pelas 14H00, a final da 12ª edição do Concurso Nacional de Leitura (CNL).
O Concurso Nacional de Leitura tem por principal objetivo estimular crianças e jovens à prática da leitura autónoma e por prazer.
O Concurso é uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura 2027, em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares, a Direção Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas, o Camões IP, a Direção de Serviços de Ensino e Escolas Portuguesas no Estrangeiro, tem o apoio da Câmara Municipal de Pombal e conta com os patrocínios da Bertrand Editora e do Pingo Doce.
Registaram-se para participar nesta iniciativa cerca de 5.000 alunos provenientes de 1000 escolas situadas em Portugal, nos arquipélagos da Madeira e dos Açores e noutros países. 135 Bibliotecas Municipais envolveram-se, também, ativamente neste concurso, ao longo do qual foram lidas, apresentadas e divulgadas pelos alunos 800 obras literárias.
A final do CNL contará com a presença de 204 alunos apurados nas fases escolar, concelhia e intermunicipal anteriores, entre os quais serão selecionados 20 finalistas que irão disputar a última prova deste concurso. Centenas de professores, de professores bibliotecários, mediadores de leitura e as próprias famílias participam e animam este concurso de leitura e escrita.

A RTP, que também se associa a esta festa da leitura, fará a cobertura do evento, apresentado por José Carlos Malato.  As provas permitirão que um júri qualificado avalie as capacidades de leitura expressiva e de argumentação dos alunos concorrentes, em defesa do livro que os próprios escolheram levar à final.
Por cada ciclo de ensino serão atribuídos três prémios e duas menções honrosas.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Parabéns Nicole Eugénio


Foi como muita alegria, que recebemos a notícia de que o texto original da Nicole Pereira Eugénio, que  frequenta o 4º ano, na turma do professor António José Clemente do centro escolar de Ourém Nascente, mereceu uma MENÇÃO HONROSA, por parte do júri do concurso, uma aventura literária 2018, da editora Caminho.

Esta menção foi atribuída a um texto original, escolhido entre 14643 trabalhos participantes.

Parabéns pela distinção.

Aqui fica o trabalho.


Nome: Nicole Eugénio                                                 Turma: 4º Ano Centro Escolar Ourém Nascente


No Paraíso

Era uma bela tarde de verão, estávamos todos no sofá. Bem, quando eu digo todos, quer dizer eu, o meu pai, a minha mãe e a Pipoca. De repente a minha mãe teve a brilhante ideia de irmos para uma Ilha. Mais tarde o meu pai encontrou três bilhetes caídos no sótão e nesse mesmo instante ouviu-se uma voz fininha a voar pela casa fora.
- Vamos sair! – guinchou a minha mãe.
Depois começou a mandar ir fazer a mala, peguei na Pipoca e lá fomos para o aeroporto. A Ilha para onde fomos, tinha um nome muito estranho, chamava-se Auinbaue. Quando chegámos estivemos duas horas a tentar montar a tenda, mas passado esse tempo conseguimos. À hora do almoço comemos sandes até rebentar. Depois arrumámos tudo e fomos para a água que estava gelada. Só a Pipoca é que conseguiu lá entrar e salpicou-nos a todos. Mais tarde tivemos de ir para a tenda porque tinha começado a chover. No dia seguinte encontrei uma menina, que também estava lá de férias e começámos a brincar. Jogamos voleibol, futebol e á apanhada. Foi uma tarde em cheio. Mas no fim acabei por não ir à água, bem pelo menos ganhei alguma coisa, uma comichão tremenda por causa da areia que se enfia em todo o lado e a água do mar que tem mais sal que água.
Mais tarde tivemos de ir embora. No caminho para lá fomos de barco, vi golfinhos, gaivotas e outros animais. Quando chegámos a terra o meu pai começou a chamar a Pipoca mas percebemos que ela tinha lá ficado e tivemos de voltar. Só estávamos nós no barco, já era tarde, e o barqueiro estava quase a adormecer. Em consequência disso adormeceu e o volante virou exatamente para o lado contrário, e desta vez fomos parar a uma ilha com um nome ainda pior, chamava-se Casalina. Lá estava tanto frio que parecia que tínhamos passado para outro mundo. Aquela ilha era completamente um labirinto, mas depois eu tive a ideia de nos separarmos. Haviam três caminhos, o meu pai foi pelo da esquerda, a minha mãe foi pelo da direita e eu fui pelo do meio. Depois de chegar ao fim do meu caminho encontrei uma sala cheia de espelhos, até parecia de propósito, como se soubessem que eu não gosto nada de me ver a mim própria. O meu pai disse-me que no fim do caminho dele havia um mini museu de cera onde tinha as pessoas e os animais que o meu pai odeia como por exemplo: louva deus, cantores modernos, etc. E à minha mãe saiu-lhe a sorte grande, a meio do caminho dela encontrou uma sala com as coisas que ela mais gosta, e por causa disso decidimos ir por lá. Quando chegámos ao fim, não vimos nada e rapidamente começou-se a ouvir um ladrar vindo do barco. Era a Pipoca que estava dentro de uma mala!
Estava tudo bem por isso, fomos para casa.



                                                                FIM

domingo, 27 de maio de 2018

Concurso Nacional de Leitura - Fase Intermunicipal

No dia 23 de maio de 2018 realizou-se a fase intermunicipal da CIM do Médio Tejo,a que o nosso concelho pertence, para apuramento dos finalista ao concurso Nacional de Leitura.


Em representação do concelho de Ourém estiveram presentes: o alunos  Pedro Trincão Marques a frequentar o 4º ano, na EB de Misericórdias, em representação do 1º CEB; e a aluna Ana João Rodrigues Sousa que frequenta o 9º ano na EB D. Afonso, 4º Conde de Ourém.







O seu desempenho foi excelente alcançando, os dois, o apuramento para a final que decorrerá no dia 10 de junho de 2018, em Pombal.

Parabéns.

Menções Honrosas - concurso uma aventura Literária 2018

Foi com grande alegria que recebemos a informação da atribuição de duas "Menções Honrosas" no concurso "Uma aventura Literária 2018".


As escritoras Ana Maria Magalhães  e Isabel Alçada escrevem:
 "Participar num concurso significa
             ter um talento,
             ser capaz de tomar iniciativas,
              ser capaz de dar o seu melhor!

 Todos os participantes e foram muitos no Agrupamento de Escolas Conde de Ourém estão da Parabéns.

Destacamos os trabalhos da Maria Inês Marques do 2º ano B da Professora Raquelina e o trabalho do Vasco Lopes do 2º ano A da professora Carla Monteiro que entre 14643 participações foram distinguidos com uma Menção Honrosa.


Trabalho de Critica:

Crítica ao conto “O Lobo Prateado”, do livro com o mesmo nome, escrito por Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada


Este conto “O Lobo Prateado”, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada fala dos valores. Eu estudei os valores na disciplina de Estudo do Meio e acho-os muito importantes na nossa vida, para vivermos bem.
O Sirko era um cão de guarda. Ele ficou velho e certo dia foi abandonado pelos seus donos. Eu acho que a atitude dos donos do Sirko foi inapropriada. Eles deveriam respeitar os direitos dos animais. O dia 4 de outubro é o Dia Mundial do Animal e serve para lembrar às pessoas que os animais têm direitos e que devem ser alimentados, … e protegidos até ao fim da vida. Os donos partiram o coração ao Sirko. Ele sentiu-se destroçado com aquela falta de sensibilidade.
Ao vaguear pelas ruas, o Sirko cruzou-se com o lobo prateado. O lobo deu-lhe compreensão e ajudou-o. Ouviu o cão com atenção e traçou um plano para ajudá-lo. O lobo prestou solidariedade ao cão. Eu acho que o lobo teve uma boa atitude, o seu comportamento foi bom.
Depois o cão recompensou a bondade do lobo com tudo o que podia naquele momento. O lobo também recebeu a amizade do cão e isso foi simpático. Este conto mostra-nos que os lobos também podem ser bons.
A amizade é uma força para vencer as nossas dificuldades. Um amigo é um caminho que nos guia, uma fonte de luz, a nossa inspiração. Ele está connosco sempre, em todos os momentos.


Realizado por:

 Maria Inês dos Santos Subtil Pereira Marques, turma do 2º ano B, do Centro Escolar de Santa Teresa, Agrupamento de Escolas Conde de Ourém

Resumo do conto

“O Lobo Prateado” de Ana Maria
Magalhães e Isabel Alçada e ilustrações de Ana Afonso,
O Sirko e o lobo
O Sirko era um cão de guarda que servia os seus donos, mas apesar disso não lhe estavam a dar grande valor. Um dia quando ele ficou velho e sem forças puseram-no na rua.
O Sirko andou de um lado para o outro remoendo as suas ideias.
- Servi-os toda a vida e agora mandam-me para a rua sem sequer me darem osso para eu roer pelo caminho.
Até que encontrou um lobo prateado.
- O que é que estás aqui a fazer fora da cidade?- perguntou o lobo prateado. E o Sirko explicou-lhe o que tinha acontecido. O lobo teve uma ideia, disse-lhe ao ouvido e combinaram pô-la em prática no dia seguinte.
Certo dia, os antigos donos do Sirko saíram de casa, onde ele tinha vivido todo aquele tempo e levaram o seu filho mais novo com eles que ainda dormia, coberto de um xaile de lã. Puseram uma manta ao pé da árvore e deitaram-no. Assim que eles se afastaram, o lobo saiu do esconderijo, enfiou os dentes no xaile de lã e fugiu. Os donos ficaram em pânico e começaram a gritar.
O Sirko saiu do esconderijo e perseguiu o lobo e ambos fingiram uma luta feroz. Teria o velho cão de guarda força suficiente para lutar contra o lobo e logo concluíram que sim, porque o lobo começou a uivar quer dizer que deveria estar ferido. Então, o dono afagou-lhe a cabeça e levou-o para casa. Nessa noite, ele deu-lhe o melhor naco de carne que tinha para o jantar.
Sem esquecer a promessa que tinha feito ao lobo, ele tinha de o recompensar na primeira ocasião. A ocasião surgiu logo na semana seguinte. A filha mais velha dos donos do Sirko ia casar.
O Sirko pôs o lobo debaixo de uma mesa que tinha uma toalha que chegava ao chão. E foi-lhe passando todo o tipo de petiscos até que o lobo lhe pediu água.
O Sirko passou-lhe um líquido transparente que julgou ser água.
- Esta água é quente! - disse o lobo.   
Era Vodca e muita Vodca bebeu que lhe apeteceu cantar.
- Peço-te que não cantes. Olha que ainda me apanham! - disse o Sirko . 
Mas a vontade de cantar subiu-lhe ao peito.
- Au… au… au…u…uuu - uivou o lobo.
As pessoas ouviram-no. Uns homens que eram caçadores tentaram matá-lo à pedrada mas o Sirko pôs-se à frente. O dono disse para eles pararem que o lobo já se ia embora.
O Sirko começou a perseguir o lobo e os dois amigos fingiram outra vez uma luta. E assim o lobo escapou!
Trata-se de um conto que fala da amizade entre um lobo e um cão.

  
Feito por: Maria Inês dos Santos Subtil Pereira Marques, do 2º ano B, do Centro Escolar de Santa Teresa, do Agrupamento de Escolas Conde de Ourém


Trabalho de Desenho:



Vasco Lopes, 2º ano A.