sexta-feira, 30 de abril de 2010
"Semana dos Sabores Saudáveis"
Os professores de Educação Especial, Isabel Vicente e Zita Moreira, dinamizaram na EB1 de Ourém nº 1, de 19 a 23 de Abril de 2010 a actividade denominada "Semana dos Sabores Saudáveis" no âmbito da saúde e nutrição: comer bem/ pensar bem.
Os alunos puderam experimentar batidos coloridos e super nutritivos.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
"O 25 de Abril" nas palavras de quem o viveu...
Mais uma vez tivemos o prazer e a alegria de receber o Dr. Sérgio Ribeiro nas nossas instalações.
Pudemos ouvir, na primeira pessoa, o relato de alguns acontecimentos relacionados com o 25 de Abril de 1974.
O testemunho pessoal, vai pela certa, ajudar os nossos alunos a melhor entender o significado desta data, que marcou o rumo da nossa história mais recente.
Para si o nosso BEM HAJA.
"A Protecção Civil vai à escola"
Durante os dias 22 e 23 de Abril, a Protecção Civil veio à nossa escola.
A Videoteca foi o local escolhido, pela Técnica da Protecção Civil Nacional, que nos sensibilizou para o papel desta entidade.
Foi um alerta, no sentido da sensibilização de todos nós, para a forma como devemos agir, em caso de catástrofe (Sismo e incendio).
domingo, 25 de abril de 2010
CENOURÉM - fomos ao teatro
Na tarde da passada sexta feira, dia 23 de Abril, todas as turmas da nossa escola puderam assistir a um espectáculo de teatro.
"O Tempo da Vida" encenado por Vânia Silva e interpretado pelo Núcleo de Actividades Expressivas da Escola Profissional de Ourém foi apresentado, exclusivamente, para os alunos da nossa escola.
Este espectáculo foi à cena, nos dias 22 e 23 de Abril integrado na CENOURÉM.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Comemorações do Dia 25 de Abril de 1974
No dia 21 e 22 de Abril fomos assistir à Hora do Conto: "Ver, Ouvir e Contar Histórias de Encantar" para as turmas de 1º e 2º anos de escolaridade e " A Minha Primeira República ", para 3º e 4º anos de escolaridade.
Estas actividades foram organizadas pela Câmara Municipal de Ourém, decorreram na Praça D. Maria II e estão inseridas nas Comemorações do Dia 25 de Abril de 1974.
Visitámos também a Feira do Livro.
Dia da Terra
quarta-feira, 14 de abril de 2010
D. João I
A turma do 4º ano B veio à Biblioteca ouvir a história contada no livro "D. João I "de Ana Oom.
O "produto" do trabalho é este...
D. João I
Um menino chamado João foi educado pela ordem de Avis. À medida que os anos iam passando ele foi-se tornando um Homem Bom, Inteligente e Sensato e passou a ser o Mestre de Avis.
O país estava a viver uma fase muito difícil, era preciso encontrar um bom rei que garantisse a independência.
O povo escolheu o João Mestre de Avis para futuro rei e ficou a chamar-se D. João I, Rei de Portugal.
O Rei de Castela ao saber que as pessoas queriam que D. João I fosse o Rei de Portugal, chamou o seu exército e atacou Portugal.
D. João I pediu ajuda ao seu amigo D. Nuno Álvares Pereira, homem inteligente, para enfrentar os Castelhanos.
Perto de Aljubarrota, Nuno Álvares Pereira ordenou às suas tropas que cercassem o exército castelhano por todos os lados. E, apesar do exército inimigo ser em maior número Portugal saiu vencedor e estava, novamente a salvo.
D. João I decidiu oferecer um mosteiro ao seu povo para que todos se lembrassem desta vitória.
E quis construir esse mosteiro perto de Aljubarrota – o Mosteiro da Batalha.
D. João I guardou nas suas memórias a vitória de Aljubarrota. Um dia, ainda cheio de força e ambição, decidiu ir conquistar novas terras por mar.
Pediu logo ajuda ao seu filho, o Infante D. Henrique e os dois começaram logo a preparar a "Aventura dos Descobrimentos".
Ensinou homens marinheiros a navegar e preparou alguns instrumentos para se orientarem no mar.
Quando tudo estava pronto, os Portugueses seguiram até ao norte de África e conquistaram Ceuta, uma cidade rica e poderosa.
Os Portugueses aplaudiram muito esta conquista. O Rei D. João I era um homem feliz. Nunca pensou ser rei, mas foi escolhido pelo povo. Todos o amavam, por isso era mais fácil ser rei e governar o país para desenvolver Portugal. O seu cognome foi rei de Boa Memória.
Podem ler o livro na nossa Biblioteca...
O "produto" do trabalho é este...
D. João I
Um menino chamado João foi educado pela ordem de Avis. À medida que os anos iam passando ele foi-se tornando um Homem Bom, Inteligente e Sensato e passou a ser o Mestre de Avis.
O país estava a viver uma fase muito difícil, era preciso encontrar um bom rei que garantisse a independência.
O povo escolheu o João Mestre de Avis para futuro rei e ficou a chamar-se D. João I, Rei de Portugal.
O Rei de Castela ao saber que as pessoas queriam que D. João I fosse o Rei de Portugal, chamou o seu exército e atacou Portugal.
D. João I pediu ajuda ao seu amigo D. Nuno Álvares Pereira, homem inteligente, para enfrentar os Castelhanos.
Perto de Aljubarrota, Nuno Álvares Pereira ordenou às suas tropas que cercassem o exército castelhano por todos os lados. E, apesar do exército inimigo ser em maior número Portugal saiu vencedor e estava, novamente a salvo.
D. João I decidiu oferecer um mosteiro ao seu povo para que todos se lembrassem desta vitória.
E quis construir esse mosteiro perto de Aljubarrota – o Mosteiro da Batalha.
D. João I guardou nas suas memórias a vitória de Aljubarrota. Um dia, ainda cheio de força e ambição, decidiu ir conquistar novas terras por mar.
Pediu logo ajuda ao seu filho, o Infante D. Henrique e os dois começaram logo a preparar a "Aventura dos Descobrimentos".
Ensinou homens marinheiros a navegar e preparou alguns instrumentos para se orientarem no mar.
Quando tudo estava pronto, os Portugueses seguiram até ao norte de África e conquistaram Ceuta, uma cidade rica e poderosa.
Os Portugueses aplaudiram muito esta conquista. O Rei D. João I era um homem feliz. Nunca pensou ser rei, mas foi escolhido pelo povo. Todos o amavam, por isso era mais fácil ser rei e governar o país para desenvolver Portugal. O seu cognome foi rei de Boa Memória.
Podem ler o livro na nossa Biblioteca...
A Páscoa
Aqui estamos, após a pausa da Páscoa.
Hoje algumas turmas do 1º ano de escolaridade ouviram contar a história do "Coelhinho que não era da Páscoa".
Não é da nossa autoria mas gostámos muito dela.
Da turma do 4º ano D chegaram-nos alguns trabalhos de pesquisa, muito interessantes, de que vos deixamos breves extractos:
O cordeiro, simboliza Cristo, o cordeiro de Deus, que se sacrificou em favor de todo o rebanho, que são os homens.
Hoje algumas turmas do 1º ano de escolaridade ouviram contar a história do "Coelhinho que não era da Páscoa".
Não é da nossa autoria mas gostámos muito dela.
Da turma do 4º ano D chegaram-nos alguns trabalhos de pesquisa, muito interessantes, de que vos deixamos breves extractos:
A palavra Páscoa advém do nome Hebraico da festa Judaica à qual a Páscoa Cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de "passagem", comum às pagãs (passagem do Inverno para a Primavera) e Judaica (da escravatura no Egipto para a liberdade na Terra Prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário.
Ovo é um daqueles símbolos que se explica por si mesmo. Contém o fruto da vida, que representa o nascimento e a renovação. De uma forma simples podemos dizer que é símbolo da vida.
Na tradição cristã, o ovo aparece como uma renovação periódica da natureza. Em muitos países europeus, ainda hoje há a crença de que comer ovos no domingo de Páscoa traz saúde e sorte durante o resto do ano. E mais um ovo posto na sexta-feira santa afasta as doenças.
As amêndoas
As amêndoas são um símbolo da Páscoa por serem parecidas com pequenos ovos.
O Pão-de-Ló e Folares
O pão-de-ló é também um símbolo da Páscoa por ser feito com muitos ovos.
O coelho
Por serem animais com capacidade de gerar grandes ninhadas, a sua imagem simboliza a renovação e a vida nova.
Os Símbolos Cristãos
O cordeiro, simboliza Cristo, o cordeiro de Deus, que se sacrificou em favor de todo o rebanho, que são os homens.
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